Cabo submarino: como a internet chega até nós? Descubra!

Escrito por humanos

Já parou para imaginar o caminho que a sua conexão faz até chegar ao roteador? A maior parte da internet que usamos passa debaixo do oceano, viajando milhares de quilômetros em cabos submarinos.

É esse sistema que permite que vídeos, músicas, mensagens e até aquela call do trabalho cheguem quase instantaneamente, conectando o Brasil ao mundo.

Adoramos conversar sobre tecnologia e curiosidades por aqui. Hoje, vamos falar sobre como a internet passa por cabos submarinos!

Descubra como essa tecnologia funciona, os desafios envolvidos, curiosidades e o papel da Algar em garantir uma internet de qualidade para você. Confira:

Precisa de uma internet estável e rápida para sua casa ou empresa? Conheça os planos da Algar.

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Mulher sorrindo mexendo no celular

O que é um cabo submarino para internet?

Você sabia que quase toda a internet que chega até sua casa viaja milhares de quilômetros por baixo do mar? O cabo submarino é, basicamente, um feixe de fibras ópticas superprotegidas, funcionando como a espinha dorsal da internet global.

Esses cabos são responsáveis por conectar continentes de verdade, levando dados de forma mega rápida e confiável. Sem eles, teríamos uma internet lenta, instável e bem mais cara.

Eles funcionam 24h, enfrentando desafios como correntes, pressão e até terremotos para garantir que e-mails, vídeos e redes sociais atravessem oceanos em questão de segundos.

Cabos submarinos na prática

O cabo submarino de internet é fundamental para transferir grandes volumes de dados entre países. Ele é o caminho físico para trafegar todo tipo de informação: chamadas de vídeo, streaming de filmes, jogos online e até operações bancárias em tempo real.

Ao contrário do que muita gente pensa, os satélites são complementares, mas bem menos eficazes em velocidade e volume.

Como funciona a transmissão nos cabos submarinos?

O segredo dos cabos submarinos está na transmissão por luz. Dentro deles, fibras ópticas conduzem sinais luminosos de altíssima velocidade.

Esses sinais viajam enormes distâncias, atravessando oceanos, graças a equipamentos chamados repetidores, estrategicamente posicionados para reforçar o sinal sem perder qualidade. Quando o dado chega ao continente, passa por redes terrestres até chegar ao seu roteador.

E tudo isso acontece em milésimos de segundo! Os cabos são revestidos por camadas protetoras para não sofrer danos.

É tecnologia eficiente — e bem invisível — que sustenta a internet global de hoje, permitindo que empresas e pessoas se mantenham conectadas de qualquer lugar do mundo.

Quantos cabos submarinos existem no mundo e no Brasil?

Muita gente se surpreende ao descobrir que existem hoje mais de 400 cabos submarinos ativos cortando mares e oceanos do planeta. Na verdade, esse número é ainda maior: o mapa interativo da TeleGeography, atualizado para 2025, confirma a existência de 597 sistemas ativos ou em construção no mundo.

Só no Brasil, são pelo menos 17 cabos internacionais em operação, ligando a nossa costa à América do Norte, Europa, África e outros países da América Latina. Esses cabos transformam o Brasil em um verdadeiro hub de conectividade, superimportante para a internet regional e global.

A quantidade de cabos aumenta todo ano, acompanhando a demanda por mais velocidade, vídeos em streaming e negócios digitais que não param de crescer.

Entenda o papel dos repetidores e fibras ópticas

Sem repetidores, a transmissão de dados nos cabos submarinos perderia força e qualidade a cada quilômetro percorrido no fundo do mar. Esses equipamentos, instalados a cada 60 ou 80 km, funcionam como “torres de energia” que amplificam o sinal luminoso pelas fibras ópticas.

O resultado é uma conexão ultra rápida, sem quedas ou atrasos, mesmo em viagens gigantes, da América do Sul até a América do Norte. No fim, as fibras ópticas têm capacidade enorme, transmitindo terabits de dados em segundos, atendendo bilhões de dispositivos ao mesmo tempo.

O que é internet fibra óptica, como funciona e benefícios

Projeto Monet: de promessa a sucesso para o Brasil

Se antes o Projeto Monet era visto como futuro, hoje ele é realidade de impacto direto na conectividade do Brasil. Inaugurado e totalmente operacional, esse cabo submarino liga Santos (SP), Fortaleza (CE) e Boca Raton (Flórida, EUA) com mais de 10 mil quilômetros de extensão.

O Monet impulsionou de vez a internet de alta velocidade entre a América do Sul e os Estados Unidos, melhorando muito a latência, ou seja, o tempo de resposta das conexões para empresas e usuários. Fomos peça-chave nesse projeto, garantindo mais capacidade, segurança e redundância para toda a região.

É a prova de que investir pesado na infraestrutura digital é o que realmente transforma o seu dia a dia (e o seu ping).

Como é a instalação de um cabo submarino: tecnologia em ação

A instalação de um cabo submarino é um espetáculo de engenharia. Navios-lançadores especiais desenrolam quilômetros de cabos sobre o fundo do mar, acompanhando mapas e evitando pontos sensíveis.

Antes, cientistas estudam o solo marinho para evitar áreas de alto risco. O cabo conta com camadas protetoras: aço, plástico, cobre e, claro, a fibra óptica central.

Todo esse cuidado serve para proteger o cabo contra âncoras de navios, pesca acidental e até fenômenos naturais, como terremotos ou tsunamis. É uma missão complexa, que pode levar vários meses e custa milhões, mas que garante a conexão entre continentes.

Desafios enfrentados e curiosidades dos cabos submarinos

Você sabia que tubarões e peixes curiosos já tentaram morder cabos submarinos?

Felizmente, os cabos são altamente resistentes, possuem sistemas de monitoramento e manutenção constante. Equipes internacionais seguem 24h de prontidão para identificar e corrigir falhas rapidamente.

Por exemplo, quando um cabo precisa de reparo, navios especiais vão até o local, retiram o pedaço avariado, fazem uma soldagem sob pressão e garantem que o tráfego de dados siga normalmente.

Por que cabos submarinos são mais eficientes que satélites?

Apesar do glamour dos satélites, os cabos submarinos continuam sendo a opção mais eficiente para transmitir grandes quantidades de dados entre países. Eles oferecem latência muito menor, upload e download mais rápidos, além de maior estabilidade de conexão.

Para aplicações sensíveis, como videochamadas, bancos e jogos em tempo real, usar satélites ainda não compete com a qualidade dos cabos.

O resultado é: menos delay, mais segurança e preço menor. Por isso, os cabos submarinos são infraestrutura essencial para áreas com grande volume de tráfego de internet!

O papel da Algar na conectividade internacional e local

A gente não só fez parte do sucesso do Projeto Monet (cabo submarino que liga o Brasil aos EUA!), como investe constantemente em:

  • Novas rotas: para sua internet ter sempre um caminho rápido e seguro;
  • Redundância: para se um cabo der “tilt”, sua conexão nem sentir. Estabilidade é a palavra-chave;
  • Tecnologias de ponta: para garantir que a velocidade seja de verdade!

Nossa participação vai desde o backbone transcontinental (o “super corredor” da internet) até a fibra instalada na sua casa ou empresa. Você sabe o que isso significa no seu dia a dia?

  • Menos latência: seu tempo de resposta é quase instantâneo;
  • Mais estabilidade: nada de conexão caindo no meio da reunião ou do seu jogo online;
  • Downloads e uploads acelerados: você baixa e envia arquivos na velocidade da luz.

Tudo isso, claro, com o suporte de um time que entende exatamente o que você precisa! Seja você um gamer no campo, uma startup na cidade ou uma grande empresa, a Algar te conecta ao mundo, integrando redes globais e entregando soluções digitais sob medida para qualquer desafio. 😉

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Referências

TELEGEOGRAPHY. Submarine Cable Map 2025. [S. l.], 2025. Disponível em: https://submarine-cable-map-2025.telegeography.com. Acesso em: 15 dez. 2025.

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